Histórico e tamanho de mercado
Com o advento da revolução industrial na Grã-Bretanha, em meados do século XVIII, a introdução das mulheres no mercado de trabalho e na indústria, aumentou e vem aumentando. Desde então, as mulheres passaram a ter menos tempo para se dedicar a família, então a partir daí, enfatiza-se o mercado de educação infantil.
Porém, desde o final do século XIX, este mercado intensificou-se e muito se falou sobre a importância do tratamento das crianças, principalmente no tocante à educação. Este foi um tema discutido ao redor do mundo, o que gerou mudanças substanciais neste mercado. Daí criou as "creches", com o objetivo de abrigar estas crianças no período no qual seus pais trabalhavam, além de oferecer o papel de educar que seus pais possuem em menores condições de tempo.
Análise da demanda e da sazonalidade
No cenário brasileiro, as instituições públicas criaram as creches públicas, porém, devido ao alto crescimento demográfico e de natalidade do Brasil nos últimos 20 anos, a demanda foi maior do que a capacidade, fazendo com que não houvessem vagas para muitos filhos de mães e pais trabalhadores, além de infra-estrutura inadequada, o que não proporcionava o conforto que os pais esperavam para seus filhos.
Deste ponto adiante, o surgimento das creches e escolinhas privadas, mudou o conceito da creche, que passou a ser um lugar, onde realmente seus filhos seriam bem tratados e receberiam a educação adequada. Ainda assim, os pais teriam que pagar por isto e então, o preço a ser pago iria variar de acordo com o conforto e nível de educação que seus pais desejavam para seus filhos.
Segundo dados da síntese e indicadores sociais do IBGE 2005, tabela 1.2, a região metropolitana de São Paulo, onde estará situada nossa escola infantil, possui cerca de 2.000.000 de crianças entre 0 e 6 anos, público alvo para nosso produto.
*Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2005.Segmentação de mercado
Para a determinação do público alvo, estamos nos baseando nas informações de pesquisa PNAD, realizada pelo IBGE/2005, em 2005, conforme abaixo no Gráfico 2.3:
Conforme o gráfico, podemos perceber que o Sul e Sudeste possuem o maior índice de freqüência escolar em crianças de 0 a 6 anos. Sendo assim, a estratégia de praça, situar nossa sede num local privilegiado da Zona Sul de São Paulo-SP, vai de acordo com a demanda da cidade.
Quanto ao público alvo, estamos definindo o produto para as classes A e B, sendo que conforme pesquisa abaixo, 38,4% das crianças de 0 a 3 anos que freqüentam creches no Sudeste, são filhos da famílias cuja renda per capita é de 3 ou mais salários mínimos.
Desta forma, nosso público alvo tem condições de pagar pelo produto e condições oferecidos, dentro da oferta modular de produtos que possuímos.

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